O Código Anti Florestal

Ontem, 25 de abril, a Câmara dos Deputados votou a favor das alterações ao Código Florestal. O texto foi aprovado por 274 votos a favor e 184 contra.

Tudo bem, isso aconteceu em Brasília e o que nós temos a ver com isso?

Para responder isso, nada melhor do que outra pergunta. Que tipo de desenvolvimento queremos? Está mais do que comprovado de que o sistema em que estamos não está funcionado tão bem quanto deveria. É só pensarmos na cidade de São Paulo. Muito bem, ela é o símbolo de desenvolvimento do nosso país. Mas será que isto é realmente desenvolvimento? Uma cidade que vira o caos com qualquer chuva, com os maiores índices de poluição do ar, com os maiores congestionamentos já vistos, com pobreza aos olhos nus. Será esse o desenvolvimento que buscamos?

Pois bem, apoiar ou simplesmente se calar frente as alterações propostas por esse “Novo Código Florestal” (que na verdade é Anti Florestal) é assinar que queremos um “desenvolvimento” precário. É assinarmos que não estamos preocupados com a qualidade de nossas vidas.

Eu como engenheira ambiental sou contra as barbaridades escritas naquele novo documento, acredito que áreas desmatadas devem sim ser recuperadas, que a qualidade da água de um rio é muito melhor com a mata ciliar ao seu redor, acredito também que grande parte de solo desmatado transforma-se em um solo pobre e de difícil manejo… Mas principalmente, acredito ser possível um desenvolvimento menos prejudicial.

Eu como brasileira sou contra as atrocidades do Novo Código Anti Florestal porque sou a favor da vida, e da vida com qualidade!

Por isso…VEETAA DILMA!

 

OBS: Grite para a presidenta também! Poste no seu facebook, twiter… o cartaz ! Inquiete-se!”

 

Maria Luiza de Andrade Benini – Malu

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